Arquivo da categoria: Programa Legal

Os meus restaurantes preferidos em SP:

Não sou gourmet, nem entendo muito de comida… Mas adoro sair pra almoçar/jantar fora e comer bem (se eu consigo ir caminhando, melhor ainda), não sou simpática à ideia de gastar muito, não curto japonês (sushi e afins), sou louca por carne e hambúrguer e gosto de lugares que misturem boa comida, serviço adequado e ótimo astral.

Se alguém se identificar com alguma dessas características acima, então esta lista é uma mão na roda na hora de sair para comer em SP.

foto02

  1. Arpége: super simples, bom e com preço razoável. Aquele lugar para comer um ótimo PF com um twist. É bem pequeno, por isso, gosto de sentar na rua, pedir uma cervejinha e ficar observando a vizinhança.
  2. Don Mariano: espanhol simples e com várias opções que vão além da paella (que deve ser encomendada algumas horas antes) e tapas. A carta de cervejas é ótima!
  3. Joaquin’s: o melhor hamburguer de SP, na minha humilde opinião.
  4. L’Entrecot de Paris: já fiz post aqui. Amo por oferecer apenas um tipo de prato, amo a comida, o clima, enfim, em quatro anos de SP, ainda é o meu restaurante preferido.
  5. Ritz: clima nota 10! Gosto de sentar no bar, pedir um drink e os bolinhos de arroz de entrada.
  6. Serafina: dentre todas as pizzas que já provei aqui em SP, a do Serafina é a única que tem massa, molho, queijos e mistura de sabores iguais as que eu comi na Itália. Mas  vá à unidade do Itaim, a do Jardins tem atendimento péssimo.
  7. Chez Mis: Clima nota 1000, lugar lindo, comida maravilhosa! Ótimo para pedir várias entradinhas e ficar bebericando.

foto01

  1. Athenas: já fiz post aqui. O melhor custo-benefício de SP quando se quer comer bem/fartamente e estar em um local super animado.
  2. Juanita: acho que é o único da lista que perde pelo astral, mas que tem carnes tão deliciosas que dá pra morder e se sentir em Buenos Aires por alguns minutos. É um argentino com preço realmente bom (e tem Quilmes geladinha), o que compensa bastante a simplicidade do local. Adendo: argentino bem mais caro, mas com carne dos deuses é a Parilla San José.
  3. Zeffiro: restaurante do tipo no ‘jardim de casa’, que também é uma rotisseria, por isso produz suas próprias massas. É muito gostoso e tem preço super adequado.
  4. 210 Dinner: clima incomparável, a melhor música ambiente (seleção de rock incrível) e comida norte-americana.
  5. Bar da Dona Onça: já fiz post aqui. Um dos melhores strogonoffs da cidade! Mas tem um monte de outras coisas fantásticas e um clima super bohêmio…

foto03

  1. Cacilda: costumo almoçar por lá frequentemente (fica na rua do meu trabalho) e as carnes e massas são deliciosas. O preço é mais em contano menu executivo, mas o lugar é bem bonito e animado.

Casa de Vidro – Lina Bo Bardi

Em um sábado nublado e friozinho, resolvemos fazer um programa diferente e fomos para o Morumbi conhecer a Casa de Vidro, mais especificamente a antiga moradia de uma das arquitetas modernistas mais conceituadas do mundo, a Lina Bo Bardi. Mesmo quem não é tão ligado em arquitetura certamente conhece pelo menos uma de suas criações. São dela os prédios do MASP e do Sesc Pompéia, dois ícones da cidade de São Paulo.

IMG_20130518_152454

Fachada da casa de vidro.

Lina, que é italiana, projetou a Casa de Vidro para morar com seu marido, o jornalista Pietro Bardi, poucos anos após chegarem ao Brasil e a edificação, que ocupa um terreno gigantesco, virou outro marco da arquitetura modernista. Após a morte de Lina, durante anos a casa ficou fechada e, atualmente, abriga o Instituto Lina Bo e P.M. Bardi. Por isso, ela fica aberta para a visitação de arquitetos e pesquisadores.

20130518_151757

A parte interna acolhe uma das árvores do gigantesco terreno.

E lá fui eu infiltrada em um grupo de arquitetos e me encantei. Gente, a casa é um sonho, quase sem paredes, apenas vidros (duh!) e com vários móveis e objetos projetados pela própria Lina. Claro que muita coisa foi modificada, mas é incrível poder conhecer de pertinho como uma pessoa tão criativa e brilhante vivia. E realmente, a julgar pela casa, sua vida condizia exatamente com os seus ideais – tinha horror à futilidade e acreditava em uma arquitetura sem ornamentos.

20130518_152146

Sala de estar.

Por enquanto, a visitação (que é guiada)  à casa deve ser agendada no próprio instituto http://www.institutobardi.com.br  e custa R$40, o que é valor simbólico se considerarmos que todo o local ainda se sustenta apenas de um Goya que Bardi vendeu no Japão antes de morrer, em 1999 .

20130518_152804

Mesa de centro projetada por Lina.